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13 agosto 2013

Mercado de jatos executivos deve crescer apenas em 2016 na América Latina

DESTAQUES EM ECONOMIA

São Paulo, 13 ago (EFE).- Segundo relatório da Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), o mercado de jatos executivos teve um crescimento de 16% nos últimos anos, mas com o dólar em alta e a instabilidade da economia dos países latinos, principalmente o Brasil, os investimentos neste setor podem demorar cerca de três anos para crescer.
Apesar da desvalorização das moedas latinas atrapalharem a venda deste tipo de aeronave, a expectativa é que haja uma recuperação do mercado no continente até 2016.
A expectativa leva em conta um cenário positivo de estabilização das economias, controle da inflação, menor dependência norte-americana e crescimento do mercado chinês.
Essas limitações podem mudar o rumo dos negócios de aeronaves e, se não acontecerem em três anos, podem adiar a expectativa de crescimento deste mercado para 2020.
Mesmo com índices socioeconômicos baixos, a América Latina tem sido terreno promissor para a expansão da venda de aeronaves executivas, isto porque é importante espaço de instalação de multinacionais, que são os principais clientes deste mercado, explicou o vice-presidente de operações da Embraer Aviação Executiva na coletiva de lançamento da 10ª Labace, feira organizada pela Abag que funciona como uma espécie de salão do automóvel do setor aéreo .
"Hoje, ao contrário do que se pensa, o mercado de jatos executivos tem como principal função facilitar o trabalho, dependendo da região do país, os setores de serviços, indústria e agronegócios são fortes segmentos de investidores", disse.
Nos últimos dez anos, a Embraer contabilizou a venda de 63 jatos por ano em mais de 50 países, sendo Estados Unidos e Europa as regiões em que a compra de aeronaves executivas já está consolidada.
No Brasil, por exemplo, há 772 jatos executivos operando e em 2014, pode ultrapassar a colocação de segundo país no mundo com o maior número de jatos. Hoje, só perde para o México e Estados Unidos.
Atualmente, o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, é o principal destino de partida e chegada de passageiros e alguns projetos de aeroportos privados, onde funcionarão voos de jatos executivos, já estão em andamento e podem acelerar o crescimento do mercado de jatos.
É o caso do Aeroporto Privado Rodoanel, em Parelheiros, na zona sul da capital paulista, que deve ficar pronto até dezembro de 2014.
A previsão de gastos para a construção do espaço é de R$ 1 bilhão, provenientes da empresa privada Harpia Logística S/A. Outro projeto que pode ser assinado é um aeroporto em São Roque e Sorocaba, interior de São Paulo.
Mas as condições de infraestrutura da malha aeroportuária precisam melhorar e acompanhar o desenvolvimento do segmento, além de um mercado de ações aquecido, possibilidades de financiamento e desejo de investir.
"Assim que novas bases começarem a funcionar, o mercado de jatos pode aumentar em 3% de adesão, o que é considerado excelente", explicou Pellegrini à Agência Efe.
A Labace começa amanhã, 14 de agosto e vai até o dia 16, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e conta com uma mostra de jatos executivos e palestras.
Será lançada pela primeira vez no Brasil, o Legacy 500, uma nova aeronave de médio porte com sistema totalmente eletrônico e que iniciou a turnê mundial em Genebra, na Suíça. Fonte: Yahoo noticias

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